Excess of Immune Cells Found in Brains of People with Autism

About four years ago, pathologist Matthew Anderson was examining slices of postmortem brain tissue from an individual with autism under a microscope when he noticed something extremely odd: T cells swarming around a narrow space between blood vessels and neural tissue. The cells were somehow getting through the blood-brain barrier, a wall of cells that separates circulating blood from extracellular fluid, neurons, and other cell types in the central nervous system, explains Anderson, who works at Beth Israel Deaconess Medical Center in Boston. “I just have seen so many brains that I know that this is not normal.”

He soon identified more T-cell swarms, called lymphocytic cuffs, in a few other postmortem brains of people who had been diagnosed with autism. Not long after that, he started to detect another oddity in the brain tissue—tiny bubbles, or blebs. “I’d never seen them in any other brain tissue that I’ve looked at for many, many different diseases,” he says. Anderson began to wonder whether the neurological features he was observing were specific to autism.

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El hombre que se recuperó de esclerosis múltiple

Hasta 2013 Stephen Storey era una persona tremendamente enérgica: corría maratones, hacía surf, montañismo y el submarinismo era una de sus grandes pasiones.

Pero en cuestión de nueve meses pasó a estar permanentemente en silla de ruedas, no podía estar de pie ni caminar y pasó a depender de ayuda las 24 horas del día para hacer las actividades más básicas, como comer o asearse.

“Fue un deterioro bastante dramático”, resume ahora con una sonrisa.

El inicio fue muy repentino. “Como mejor puedo describirlo es así: es como si mi cuerpo se rindiera, se disipó la fuerza que tenía y me desplomé en el suelo”.

“Ahí me di cuenta de que algo iba mal”, le contó a la BBC.

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Como o exercício – em especial o treino intervalado – ajuda a mitocôndria a afastar o envelhecimento

 

 

 

 

 

 

É frequentemente repetido, mas é verdade: o exercício mantém você saudável. Ele aumenta o seu sistema imunológico, mantém a mente afiada, ajuda a dormir, mantém o seu tônus ​​muscular e estende a sua vida saudável. Pesquisadores há muito suspeitam que os benefícios do exercício se estendem até o nível celular, mas sabem relativamente pouco sobre quais exercícios ajudam as células a reconstruir organelas-chaves que se deterioram com o envelhecimento. Um estudo publicado em 7 de março em Cell Metabolism descobriu que o exercício – e em particular o treinamento intervalado aeróbico de alta intensidade, como ciclismo e caminhada – impulsiona células a produzirem mais proteínas para suas mitocôndrias (produtoras de energia) e seus ribossomos (produtores de proteínas), efetivamente parando o envelhecimento no nível celular.

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