Deitar-se com seu filho na hora dele dormir não é um “mau hábito”, é uma bênção!

Equívocos sobre pais com apego são as razões pelas quais muitos pais evitam dormir com seus filhos à noite. O apego aos pais (AP) significa simplesmente promover a conexão saudável que as crianças podem desenvolver com os estes. Trata-se de aprofundar o vínculo pai-filho em vez de cortá-lo à medida que a criança cresce.

Os críticos ao longo dos anos têm argumentado que a AP torna as crianças emocionalmente instáveis e incapazes de lidar com suas emoções. Eles acreditam que as crianças que são profundamente apegadas aos pais tendem a se desestabilizar quando são separadas pelo menor tempo possível.

Muitos pais tentaram limitar o tempo e a quantidade de contato físico que permitem aos filhos nesse sentido, acreditando que a educação dos filhos é destrutiva. Eles estão convencidos de que colocar seus filhos para dormir à noite tornará as crianças permanentemente dependentes de sua presença para adormecer.

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Estudo aponta que cérebro continua a ganhar novos neurônios ao longo da vida

 

O ser humano continua a produzir novas células cerebrais ao longo da vida, pelo menos até os 97 anos, de acordo com um novo estudo.

Esta ideia tem sido amplamente debatida, e costumava-se pensar que nascemos com todas as células cerebrais que teremos em toda a vida.

Os pesquisadores da Universidade de Madri, na Espanha, também demonstraram que o número de novas células cerebrais produzidas diminui com a idade e que isso cai drasticamente nos estágios iniciais da doença de Alzheimer – o que permite pensar em novas formas de tratamento para demência.

Estudos com outros mamíferos já haviam demonstrado que novas células cerebrais são formadas em estágios posteriores da vida, mas a extensão desta “neurogênese” no cérebro humano ainda é algo polêmico.

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Novo estudo questiona: será que devemos substituir antidepressivos por exercícios físicos?

 

 

 

 

 

 

 

Um novo estudo sugere que os exercícios físicos são tão eficazes em aliviar os sintomas de problemas de saúde mental e transtornos de humor, como ansiedade, depressão e esquizofrenia, quanto os medicamentos tradicionais. Se confirmada, essa pode ser uma excelente notícia para pacientes que sofrem com este tipo de problema, uma vez que isso pode significar menos tempo em instalações psiquiátrica e menos probabilidade de dependência de medicamentos psicotrópicos.

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“Treatment of the Soul, Healing of the Heart”- Muslim Physicians and their Important Contribution to Mental Health

 

 

 

 

 

 

 

 

 

The Ancient Greeks defined mental disorders as “being possessed and punished by the Gods for wrongdoing and can only be cured by prayer”. Greek physicians and philosophers wrote their theories about the treatment of some mental disorders without practicing. In Judeo-Christian societies, mental illness was often seen as “a divine punishment” and “a divine gift”. Some mental disorders were well known in Ancient Mesopotamia, Ancient Egypt, Persia, India and China. With the advent of Islam, a revolution emerged in all scientific fields, including psychology, which will later strongly influence the Western modern psychology.

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Diagnóstico psiquiátrico é “cientificamente insignificante”, descobre estudo

 

Um novo estudo da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, fez uma descoberta um tanto chocante: depois de examinar o manual que a maioria dos profissionais de psiquiatria utiliza para realizar diagnósticos, concluiu que ele é “cientificamente insignificante” no que se trata de identificar e diferenciar distúrbios mentais.

 

Inútil

Os pesquisadores examinaram cinco capítulos do mais recente “Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais” (também conhecido pela sigla em inglês DSM), utilizado por profissionais de todo o mundo. O objetivo do DSM é criar uma “linha comum” a ser seguida no diagnóstico de doenças mentais, e inclui listas de sintomas.

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Você não está à mercê das suas emoções

Você consegue olhar para o rosto de alguém e saber o que ele está sentindo? Todos nós experimentamos felicidade, tristeza e ansiedade da mesma forma? O que são emoções afinal? Nos últimos 25 anos, a professora de psicologia Lisa Feldman Barrett mapeou expressões faciais, examinou cérebros e analisou centenas de estudos em fisiologia para entender o que realmente são as emoções. Ela compartilha os resultados dessa exaustiva pesquisa e explica que temos mais controle sobre nossas emoções do que pensamos.