The ability to regulate your attention may help protect against anxiety symptoms

Greater mindfulness skills was found to indirectly predict fewer anxiety symptoms through attentional control, according to a study published in Psychological Reports.

Mindfulness, overall, is defined as “the awareness that emerges through actively attending to the present moment without reaction or judgment.” Research on mindfulness has shown that it is comprised of five different components: (1) observing, which entails attending to one’s emotions, cognitive experiences, and sensations; (2) describing, which is the process of labeling what one is feeling or thinking; (3) acting with awareness, defined as being attentive to one’s experience in the moment; (4) nonjudging of inner experience, which involves refraining from evaluating one’s thoughts and feelings; and (5) nonreactivity to inner experience, defined as the ability to let thoughts and feelings pass without responding or elaborating.

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La empatía, es mucho más que ponerse en el lugar del otro

La empatía es un rasgo fundamental para las relaciones humanas, ya que es el acto de comprender los sentimientos y emociones de otros individuos.

El saber escuchar los problemas y dificultades de las personas de tu entorno, ser capaz de ponerte en su situación, dar ánimo y apoyo y mostrar consideración hacia la experiencia de otros son signos de sentir empatía.

Las personas empáticas, son aquellas que por naturaleza son capaces de entender y comprender a otros individuos, incluso sin la necesidad de un lazo de amistad previo. Ya que la empatía, permite establecer un vínculo y una conexión con aquellos que te rodean, aunque sean desconocidos.

Normalmente se le asocia con el altruismo, ya que al mostrar empatía, demuestras tu amor y preocupación por otras personas, sin esperar nada a cambio. Se trata de un acto natural y que no se puede fingir, pero que si se puede poner en práctica para mejorar este aspecto tan importante de tu inteligencia emocional.

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“A atenção é um músculo mental, é preciso exercitá-lo”

Foi há mais de 20 anos que Daniel Goleman lançou um livro dedicado a um conceito revolucionário: a inteligência emocional. Atualmente corre o mundo para falar de educação, liderança e meditação – planetas que giram à volta das emoções.

Quando era mais novo, queria ser médico. Mas depois de um desamor com a Bioquímica, descobriu a sua verdadeira paixão: a Psicologia. Hoje, Daniel Goleman, de 72 anos, é considerado o “pai da inteligência emocional”, por ter sido um dos pioneiros a afirmar que a forma como reconhecemos e gerimos as emoções é tão importante como o QI. Com um bestseller internacional sobre o tema e mais de uma década de jornalismo de ciências comportamentais no New York Times no currículo, Goleman dá palestras pelo mundo sobre a importância da inteligência emocional nos negócios e na educação. Paralelamente, há décadas que pratica e estuda a meditação, tema do livro, Traços Alterados.

Acredita que as escolas devem trabalhar a literacia emocional, além das disciplinas de ensino regular. É possível que esta aprendizagem coexista com o sistema de avaliação atual, que põe a média acima de tudo?
As escolas de topo da América, que melhor preparam os alunos para a faculdade, compreendem a importância desta aprendizagem além da excelência académica. O que elas tentam fazer é dar uma educação completa. Querem que a criança se desenvolva emocional e socialmente, não querem que ela seja apenas boa a Matemática. Porque se és bom a matemática, mas não és boa pessoa, vais ser um desastre para qualquer empresa. E ninguém vai querer casar contigo. [Risos]

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A especialidade da pessoa infeliz é apontar os defeitos do outro

A especialidade da pessoa infeliz é relatar o que existe de errado no outro, essa é uma forma de mostrar e tentar amenizar a frustração de ainda não ter conseguido revelar o melhor de si.

Devemos ter a necessidade diária de recrutar forças para selar o nosso compromisso com a bondade. Porque é muito fácil se desviar e se perder em uma vida infeliz nos dias de hoje.

Por não ter conseguido se reconciliar com as culpas que carrega, a pessoa infeliz ocupa em maldizer os outros. Mas não devemos culpabilizar o outro, devemos diariamente zelar, para que não nos transformemos em uma pessoa infeliz, e é bem por isso que temos que buscar nos conectar diariamente com a bondade que nos manterá felizes.

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A neuroanatomia das emoções

Para começar com a descrição da neuroanatomia das emoções, Paul Broca foi responsável por cunhar o termo sistema límbico, usando-o pela primeira vez em 1878. Mas foi só depois, em 1930, que James Papez batizou definitivamente as estruturas envolvidas com o nome de sistema límbico (SL), postulando que o mesmo participa do circuito neural da expressão emocional (Kolb e Whishaw, 2003).

Dessa forma, o sistema límbico corresponde a um conceito funcional no qual estão incluídas várias estruturas e redes neuronais, tendo um papel de destaque no processamento dos aspectos emocionais.

Ao estar envolvido com as manifestações das emoções, o sistema límbico também está relacionado com a motivação. Mais especificamente, está relacionado com a motivação que nos impulsiona a agir, com a aprendizagem e a memória – nós lembramos e aprendemos mais facilmente aquilo que tem um conteúdo emocional mais alto (Cardinali, 2005).

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Pesquisa investiga como trauma pode ser transmitido entre gerações

É sabido que situações adversas ocorridas na infância, como negligência ou violência física, psíquica e sexual, podem ter reflexos negativos na saúde mental durante a vida adulta.

Estudos também demonstraram que esses efeitos negativos podem ser transmitidos para gerações futuras, mesmo que os descendentes não tenham vivenciado tais experiências.

O chamado trauma intergeracional foi observado pela primeira vez em descendentes de sobreviventes dos campos de concentração. Agora, os mecanismos de transmissão envolvidos serão investigados em uma pesquisa com 580 gestantes em situação de vulnerabilidade na cidade de Guarulhos (SP).

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Miscarriage Trauma Can Last Far Longer Than We Realized

New research says many women struggle with depression, anxiety and PTSD months down the road.

Rachel Whalen’s first miscarriage happened fast. Six and a half weeks into her pregnancy, she took a test. Two days later, she started to bleed.

“It was just a really lonely experience and I was scared,” Whalen, now 34, told HuffPost. “Then I was also kind of like, ‘Am I being silly to feel this way?’” She told herself that early miscarriages are common (up to 20% of known pregnancies end in a loss) and hoped it would be her only one.

Several months later, she got pregnant again. Soon after, she miscarried again. Whalen and her husband were driving to their summer vacation. She felt a contraction and passed the fetal tissue in a gas station, catching it in her own hands.

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Freud e Lacan eram dois charlatões, diz professor de psicologia após décadas de pesquisa…

 

 

 

 

 

Freud nem sempre explica tudo. Pelo menos é o que defende o professor emérito de psicologia Jacques Van Rillaer, da universidade de Louvain, na Bélgica, que acaba de lançar o livro “Freud & Lacan, des charlatans? Faits et legendes de la psychanalise” (Freud & Lacan eram charlatões? Fatos e lendas da psicanálise, em tradução livre).

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