The fewer the toys children have, the more they play

“Leave them. They’ll have some there. Let’s travel light,” said my husband, referring to our son’s set of buckets and spades.

Thirty-six hours, two plane trips, a ferry ride, two shuttles, and a taxi later, jet-lagged but beyond excited, we arrived at our island in the middle of the South Pacific.

I’d been dreaming of returning since my husband proposed here a decade ago; visualizing the joy of sharing this happy place with my then three-year-old son.

We wasted no time; dropping our bags in our room and heading straight to the beach for a dip in the ocean before heading to the dive shop to collect some snorkel gear.

They’ll have a set of buckets and spades, I thought. Nope.

So, we headed to the gift store. Nope.

The next day, we went to the local market. Buckets and spades? Nope.

Shoot. We messed up.

How was my son going to play all week? How were we going to entertain him? What kind of parents don’t bring toys to the beach?

I felt like a failure…only my son wasn’t bothered.

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El efecto de las nalgadas y correazos en la salud de los niños

El año pasado escuché por la radio a tres periodistas de Panamá que recomendaban a los padres y oyentes volver a utilizar el castigo físico sobre sus hijos. Según estos periodistas la rebeldía, el descontrol y los problemas de la juventud se deben a que los padres de hoy no son capaces de pegarles a sus hijos cuando se lo merecen. Eso no fue todo.

El periodista más popular de los tres, dijo que los correazos y chancletazos no han matado a nadie y que ni fiebre les dan a los niños cuando se lo merecen. En otro programa, una de las periodistas le dijo a su audiencia de la mañana que el éxito de su vida profesional se lo debe a los castigos físicos que le dio su padre y que gracias a esa disciplina ella es hoy una mujer de bien.

El tercer periodista fue aún más osado y sugirió a los padres no hacerles caso a las recomendaciones de los psicólogos de evitar pegarles a los niños porque después se trauman, y aseguró además que a los niños nada les pasa cuando les dan unos buenos correazos por portarse mal.

La narrativa de los periodistas es una muestra del pensamiento imperante no solo en la sociedad panameña sino en todo el mundo. Así lo demuestra el último estudio publicado por UNICEF1, el cual reporta que el castigo físico es la forma de “disciplina” violenta más utilizada en el mundo y que el 80% de los niños de 2 a 14 años ha recibido algún tipo de castigo físico.

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Atenção pais e mães! Algumas maneiras de “disciplinar” seus filhos podem ter consequências severas para o bem-estar e saúde deles no futuro.

• Gritar regularmente com uma criança, apertar as orelhas, sacudi-las pelo braço são atitudes muitas vezes aceitas na sociedade, porém, de acordo com a pesquisa realizada pela Universidade de Montreal e Centro Hospitalar Sainte-Justine, no Canadá, os resultados desse tipo de “educação” são adolescentes com inteligência emocional reduzida, quando comparado a crianças que não sofreram este tipo de agressão na infância.




Você já ouviu falar no ‘Children’s Design Guide’?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Você já ouviu falar no ‘Children’s Design Guide’? É um guia ético para desenvolvedores de produtos e apps infantis, focado nos direitos das crianças.

O guia foi desenvolvido com o apoio da UNICEF por 70 profissionais – designers, psicólogos, neurocientistas, especialistas da saúde, educadores, e experts dos direitos das crianças – que se reuniram em Helsinque, na Finlândia, em janeiro de 2018 para criar o documento. O guia é estruturado como se uma criança estivesse falando, e é todo pensado como crianças e para crianças. Confira alguns princípios:

👾 Tenho propósito, então, vejo a minha importância
Me ajude a entender o meu lugar e o meu valor no mundo. Preciso de espaço ara construir e expressar um forte senso de mim mesmo. Você pode me ajudar com isso me envolvendo como alguém que contribui, não como apenas alguém que consome. Quero ter experiência significativas.

👾 Me ofereça algo seguro e que me mantenha protegido
Certifique-se de que seus produtos são seguros para que eu use e não presuma que alguém mais garantirá a minha segurança. Um ‘salva-vidas’ pode informar se algo é perigoso e me informar como me manter a salvo. Me dê ferramentas para me distanciar daqueles que eu não quero ter contato, facilitando o bloqueio de conteúdo ou contatos indesejados. Não me exponha a conteúdos impróprios, ilegais ou a conteúdos que eu não desejo ter contato. Me forneça um modelo de comportamento saudável. Certifique-se de fornecer informações para que meus guardiões também compreendam isto também.

👾 Todos podem usar
Eu preciso de um produto que não discrimine contra características como gênero, idade, habilidade, linguagem, etnia e status sócio-econômico. Apoie a diversidade em todos os aspectos da sua empresa e nas práticas de negócios (incluindo propagandas). Espere que eu use seu produto de maneiras não intencionais e tenha em mente de que eu posso usar o seu produto mesmo que não seja feito para mim.

Além dos princípios, que são 10 ao todo, o guia também traz métodos e práticas para que as empresas possam seguir. A Explot já tem alguns destes princípios e já adota algumas das práticas, e estamos trabalhando para que estejamos 100% dentro do que o guia sugere 🙂

Link Original:Explot


The Heart and the Bottle: A Tender Illustrated Fable of What Happens When We Deny Our Difficult Emotions

 

 

 

 

 

“Children … are the most attentive, curious, eager, observant, sensitive, quick, and generally congenial readers on earth,” E.B. White famously asserted in an interview, admonishing: “Anyone who writes down to children is simply wasting his time. You have to write up, not down.”And yet down we write still, deaf to White’s wisdom and to Tolkien’s insistence that there is no such thing as writing “for children” and to Gaiman’s crusade against the spiritual disservice of shielding children from difficult emotions.

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