Você já ouviu falar no ‘Children’s Design Guide’?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Você já ouviu falar no ‘Children’s Design Guide’? É um guia ético para desenvolvedores de produtos e apps infantis, focado nos direitos das crianças.

O guia foi desenvolvido com o apoio da UNICEF por 70 profissionais – designers, psicólogos, neurocientistas, especialistas da saúde, educadores, e experts dos direitos das crianças – que se reuniram em Helsinque, na Finlândia, em janeiro de 2018 para criar o documento. O guia é estruturado como se uma criança estivesse falando, e é todo pensado como crianças e para crianças. Confira alguns princípios:

👾 Tenho propósito, então, vejo a minha importância
Me ajude a entender o meu lugar e o meu valor no mundo. Preciso de espaço ara construir e expressar um forte senso de mim mesmo. Você pode me ajudar com isso me envolvendo como alguém que contribui, não como apenas alguém que consome. Quero ter experiência significativas.

👾 Me ofereça algo seguro e que me mantenha protegido
Certifique-se de que seus produtos são seguros para que eu use e não presuma que alguém mais garantirá a minha segurança. Um ‘salva-vidas’ pode informar se algo é perigoso e me informar como me manter a salvo. Me dê ferramentas para me distanciar daqueles que eu não quero ter contato, facilitando o bloqueio de conteúdo ou contatos indesejados. Não me exponha a conteúdos impróprios, ilegais ou a conteúdos que eu não desejo ter contato. Me forneça um modelo de comportamento saudável. Certifique-se de fornecer informações para que meus guardiões também compreendam isto também.

👾 Todos podem usar
Eu preciso de um produto que não discrimine contra características como gênero, idade, habilidade, linguagem, etnia e status sócio-econômico. Apoie a diversidade em todos os aspectos da sua empresa e nas práticas de negócios (incluindo propagandas). Espere que eu use seu produto de maneiras não intencionais e tenha em mente de que eu posso usar o seu produto mesmo que não seja feito para mim.

Além dos princípios, que são 10 ao todo, o guia também traz métodos e práticas para que as empresas possam seguir. A Explot já tem alguns destes princípios e já adota algumas das práticas, e estamos trabalhando para que estejamos 100% dentro do que o guia sugere 🙂

Link Original:Explot


The Heart and the Bottle: A Tender Illustrated Fable of What Happens When We Deny Our Difficult Emotions

 

 

 

 

 

“Children … are the most attentive, curious, eager, observant, sensitive, quick, and generally congenial readers on earth,” E.B. White famously asserted in an interview, admonishing: “Anyone who writes down to children is simply wasting his time. You have to write up, not down.”And yet down we write still, deaf to White’s wisdom and to Tolkien’s insistence that there is no such thing as writing “for children” and to Gaiman’s crusade against the spiritual disservice of shielding children from difficult emotions.

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Cantar nutre el cerebro infantil. La voz, el primer instrumento musical

 

 

 

 

 

 

Parece como si los adultos necesitaramos siempre argumentos sobre la utilidad de las cosas para dar valor a lo que en sí mismo es valioso. Pero dado que estamos inmersos en un mundo tan rápido y que va descartando lo que desde siempre ha nutrido el rico mundo infantil (los juegos, los cuentos,las canciones …), merece la pena conocer qué dice la ciencia sobre los efectos de cantar en los niños pequeños.

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A importância de usar a linguagem afetiva com as crianças

 

 

 

 

 

 

Fale de forma bondosa comigo, sem levantar a voz, mas com a firmeza de quem pode me convencer de tudo o que sou capaz de fazer. Fale comigo com sorrisos mais uma vez, para que eu aprenda rápido que neste mundo manda o amor, e não o medo. Presenteie-me palavras de afeto sempre que puder para que eu possa dominar o quanto antes a linguagem das emoções…

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