A emoção tem uma influência substancial nos processos cognitivos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A emoção tem uma influência substancial nos processos cognitivos, incluindo percepção, atenção, aprendizado, memória, raciocínio e solução de problemas. A emoção tem uma influência particularmente forte na atenção, especialmente modulando sua seletividade, bem como motivando a ação e o comportamento. Esse controle atencional e executivo está intimamente ligado aos processos de aprendizagem, uma vez que as capacidades atencionais intrinsecamente limitadas estão mais focadas nas informações relevantes. A emoção também facilita a codificação e ajuda a recuperar as informações com eficiência.

La emoción tiene una influencia sustancial en los procesos cognitivos, incluyendo percepción, atención, aprendizaje, memoria, razonamiento y solución de problemas. La emoción tiene una influencia especialmente fuerte en la atención, especialmente modulando su selectividad, así como motivando la acción y el comportamiento. Este control atencional y ejecutivo está estrechamente vinculado a los procesos de aprendizaje, ya que las capacidades atencionais intrínsecamente limitadas están más enfocadas en la información pertinente. La emoción también facilita la codificación y ayuda a recuperar la información con eficiencia.

Referência: Tyng, C. M., Amin, H. U., Saad, M., & Malik, A. S. (2017). The Influences of Emotion on Learning and Memory. Frontiers in psychology, 8, 1454. doi:10.3389/fpsyg.2017.01454 (imagem adaptada de magic pictures/Shutterstock)



Dancing can reverse the signs of aging in the brain

 

 

 

 

 

 

As we grow older we suffer a decline in mental and physical fitness, which can be made worse by conditions like Alzheimer’s disease. A new study, published in the open-access journal Frontiers in Human Neuroscience, shows that older people who routinely partake in physical exercise can reverse the signs of aging in the brain, and dancing has the most profound effect.

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Can CBD Really Do All That?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

When Catherine Jacobson first heard about the promise of cannabis, she was at wits’ end. Her 3-year-old son, Ben, had suffered from epileptic seizures since he was 3 months old, a result of a brain malformation called polymicrogyria. Over the years, Jacobson and her husband, Aaron, have tried giving him at least 16 different drugs, but none provided lasting relief. They lived with the grim prognosis that their son — whose cognitive abilities never advanced beyond those of a 1-year-old — would likely continue to endure seizures until the cumulative brain injuries led to his death.

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A neuroanatomia das emoções

 

 

 

 

 

 

 

Para começar com a descrição da neuroanatomia das emoções, Paul Broca foi responsável por cunhar o termo sistema límbico, usando-o pela primeira vez em 1878. Mas foi só depois, em 1930, que James Papez batizou definitivamente as estruturas envolvidas com o nome de sistema límbico (SL), postulando que o mesmo participa do circuito neural da expressão emocional (Kolb e Whishaw, 2003).

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