“A atenção é um músculo mental, é preciso exercitá-lo”

Foi há mais de 20 anos que Daniel Goleman lançou um livro dedicado a um conceito revolucionário: a inteligência emocional. Atualmente corre o mundo para falar de educação, liderança e meditação – planetas que giram à volta das emoções.

Quando era mais novo, queria ser médico. Mas depois de um desamor com a Bioquímica, descobriu a sua verdadeira paixão: a Psicologia. Hoje, Daniel Goleman, de 72 anos, é considerado o “pai da inteligência emocional”, por ter sido um dos pioneiros a afirmar que a forma como reconhecemos e gerimos as emoções é tão importante como o QI. Com um bestseller internacional sobre o tema e mais de uma década de jornalismo de ciências comportamentais no New York Times no currículo, Goleman dá palestras pelo mundo sobre a importância da inteligência emocional nos negócios e na educação. Paralelamente, há décadas que pratica e estuda a meditação, tema do livro, Traços Alterados.

Acredita que as escolas devem trabalhar a literacia emocional, além das disciplinas de ensino regular. É possível que esta aprendizagem coexista com o sistema de avaliação atual, que põe a média acima de tudo?
As escolas de topo da América, que melhor preparam os alunos para a faculdade, compreendem a importância desta aprendizagem além da excelência académica. O que elas tentam fazer é dar uma educação completa. Querem que a criança se desenvolva emocional e socialmente, não querem que ela seja apenas boa a Matemática. Porque se és bom a matemática, mas não és boa pessoa, vais ser um desastre para qualquer empresa. E ninguém vai querer casar contigo. [Risos]

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A neuroanatomia das emoções

Para começar com a descrição da neuroanatomia das emoções, Paul Broca foi responsável por cunhar o termo sistema límbico, usando-o pela primeira vez em 1878. Mas foi só depois, em 1930, que James Papez batizou definitivamente as estruturas envolvidas com o nome de sistema límbico (SL), postulando que o mesmo participa do circuito neural da expressão emocional (Kolb e Whishaw, 2003).

Dessa forma, o sistema límbico corresponde a um conceito funcional no qual estão incluídas várias estruturas e redes neuronais, tendo um papel de destaque no processamento dos aspectos emocionais.

Ao estar envolvido com as manifestações das emoções, o sistema límbico também está relacionado com a motivação. Mais especificamente, está relacionado com a motivação que nos impulsiona a agir, com a aprendizagem e a memória – nós lembramos e aprendemos mais facilmente aquilo que tem um conteúdo emocional mais alto (Cardinali, 2005).

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Você Nao está à mercê das suas emoções

Você consegue olhar para o rosto de alguém e saber o que ele está sentindo? Todos nós experimentamos felicidade, tristeza e ansiedade da mesma forma? O que são emoções afinal? Nos últimos 25 anos, a professora de psicologia Lisa Feldman Barrett mapeou expressões faciais, examinou cérebros e analisou centenas de estudos em fisiologia para entender o que realmente são as emoções. Ela compartilha os resultados dessa exaustiva pesquisa e explica que temos mais controle sobre nossas emoções do que pensamos.

Link Original:https://www.ted.com/talks/lisa_feldman_barrett_you_aren_t_at_the_mercy_of_your_emotions_your_brain_creates_them?language=pt-br&fbclid=IwAR0J67DCT3u7sVlOWKAGo1BFdAX1lJSlfYtBl5uwFL7vQD6H7tj3tetQLVQ



Como usar brincadeiras para ensinar habilidades essenciais a crianças, segundo Harvard

 

 

 

 

 

Pensar antes de agir, planejar e traçar objetivos, focar a atenção, ser flexível e controlar as emoções são habilidades consideradas essenciais na vida adulta. Em Harvard, o Center on the Developing Child, que estuda desenvolvimento infantil, preparou um guia para ensinar pais, professores e cuidadores a estimular, em crianças de todas as idades, essas que são conhecidas como “habilidades para a vida” (veja o guia completo na segunda parte desta reportagem).

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Neuroscience Reveals: Gratitude Literally Rewires Your Brain to be Happier

When you say “thank you”, do you really mean it or is it just politeness to which you give little attention? Neuroscientists have found that if you really feel it when you say it, you’ll be happier and healthier. The regular practice of expressing gratitude is not a New Age fad; it’s a facet of the human condition that reaps true benefits to those who mean it.

Psychologists Dr. Robert Emmons of the University of California at Davis and Dr. Michael McCullough of the University of Miami published a study in 2015 that looked at the physical outcomes of practicing gratitude. One third of the subjects in the study were asked to keep a daily journal of things that happened during the week for which they were grateful. Another third was asked to write down daily irritations or events that had displeased them. The last third of the group was asked to write down daily situations and events with no emphasis on either positive or negative emotional attachment. At the end of the 10-week study, each group was asked to record how they felt physically and generally about life.

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A educação que recebemos em nossa infância e o tipo de relacionamento que estabelecemos com nossos pais deixa marcas profundas. Sua atenção ou negligência, sua crítica ou elogio, determinam o estilo de apego que iremos desenvolver e tem um enorme impacto na imagem que formamos de nós mesmos, nossa autoestima e a atitude que assumimos antes da vida.

No entanto, tudo parece indicar que as consequências da crítica na infância não se limitam ao nível psicológico, mas também alteram a configuração do cérebro. Neurocientistas da Universidade Binghamton descobriram que, quando os pais criticam excessivamente seus filhos, eles afetam as áreas do cérebro dedicadas a processar estados emocionais.

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