Ser livre não é libertar-se dos outros, mas de si mesmo, de acordo com Epicteto

Buscamos a liberdade quando um cego procura suas chaves. Como resultado, não é estranho que acabemos imbuídos em uma busca malsucedida, condenada previamente ao fracasso, sem perceber que o que buscamos fora está dentro. Sem perceber que a liberdade externa não é nem mais nem menos do que a medida em que conseguimos conquistar a liberdade interna, parafraseando Gandhi.

Os estóicos podem nos dar uma lição incrível sobre liberdade, especialmente Epicteto, que foi escravo em Roma durante parte de sua vida. Para esse filósofo, a verdadeira liberdade não significa apenas livrar-se das correntes da sociedade, suas normas e pressões a que somos submetidos pelos outros, mas nos libertar das correntes que às vezes nos impomos. E esse é um conceito que agora, mais do que nunca, devemos internalizar.

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Social isolation linked to higher levels of inflammation

Being lonely or socially isolated can negatively affect your wellbeing. There is even research showing that it increase the risk of illnesses such as cardiovascular disease, dementia and depression.

Some researchers suggest that loneliness and social isolation lead to poorer health because they increase inflammation. Inflammation is when your body tells your immune system to produce chemicals to fight off infection or injury. It can also occur when you experience psychological or social stress.

Short-term, local inflammation – such as when you accidentally cut your finger – can be helpful, but having slightly elevated long-term inflammation is associated with poor health. Researchers propose that loneliness and social isolation are linked to this elevated long-term inflammation.

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“A atenção é um músculo mental, é preciso exercitá-lo”

Foi há mais de 20 anos que Daniel Goleman lançou um livro dedicado a um conceito revolucionário: a inteligência emocional. Atualmente corre o mundo para falar de educação, liderança e meditação – planetas que giram à volta das emoções.

Quando era mais novo, queria ser médico. Mas depois de um desamor com a Bioquímica, descobriu a sua verdadeira paixão: a Psicologia. Hoje, Daniel Goleman, de 72 anos, é considerado o “pai da inteligência emocional”, por ter sido um dos pioneiros a afirmar que a forma como reconhecemos e gerimos as emoções é tão importante como o QI. Com um bestseller internacional sobre o tema e mais de uma década de jornalismo de ciências comportamentais no New York Times no currículo, Goleman dá palestras pelo mundo sobre a importância da inteligência emocional nos negócios e na educação. Paralelamente, há décadas que pratica e estuda a meditação, tema do livro, Traços Alterados.

Acredita que as escolas devem trabalhar a literacia emocional, além das disciplinas de ensino regular. É possível que esta aprendizagem coexista com o sistema de avaliação atual, que põe a média acima de tudo?
As escolas de topo da América, que melhor preparam os alunos para a faculdade, compreendem a importância desta aprendizagem além da excelência académica. O que elas tentam fazer é dar uma educação completa. Querem que a criança se desenvolva emocional e socialmente, não querem que ela seja apenas boa a Matemática. Porque se és bom a matemática, mas não és boa pessoa, vais ser um desastre para qualquer empresa. E ninguém vai querer casar contigo. [Risos]

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A neuroanatomia das emoções

Para começar com a descrição da neuroanatomia das emoções, Paul Broca foi responsável por cunhar o termo sistema límbico, usando-o pela primeira vez em 1878. Mas foi só depois, em 1930, que James Papez batizou definitivamente as estruturas envolvidas com o nome de sistema límbico (SL), postulando que o mesmo participa do circuito neural da expressão emocional (Kolb e Whishaw, 2003).

Dessa forma, o sistema límbico corresponde a um conceito funcional no qual estão incluídas várias estruturas e redes neuronais, tendo um papel de destaque no processamento dos aspectos emocionais.

Ao estar envolvido com as manifestações das emoções, o sistema límbico também está relacionado com a motivação. Mais especificamente, está relacionado com a motivação que nos impulsiona a agir, com a aprendizagem e a memória – nós lembramos e aprendemos mais facilmente aquilo que tem um conteúdo emocional mais alto (Cardinali, 2005).

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Você Nao está à mercê das suas emoções

Você consegue olhar para o rosto de alguém e saber o que ele está sentindo? Todos nós experimentamos felicidade, tristeza e ansiedade da mesma forma? O que são emoções afinal? Nos últimos 25 anos, a professora de psicologia Lisa Feldman Barrett mapeou expressões faciais, examinou cérebros e analisou centenas de estudos em fisiologia para entender o que realmente são as emoções. Ela compartilha os resultados dessa exaustiva pesquisa e explica que temos mais controle sobre nossas emoções do que pensamos.

Link Original:https://www.ted.com/talks/lisa_feldman_barrett_you_aren_t_at_the_mercy_of_your_emotions_your_brain_creates_them?language=pt-br&fbclid=IwAR0J67DCT3u7sVlOWKAGo1BFdAX1lJSlfYtBl5uwFL7vQD6H7tj3tetQLVQ