Uma criança saudável é espontânea, barulhenta, inquieta, emotiva e colorida

Elas são livres, almas puras que tentam voar, não ficar de canto, amarradas ou com algemas.

Uma criança não nasce para estar sentada, vendo televisão ou brincando com o tablet. Uma criança não quer estar calada o tempo todo.

Elas precisam se mexer, explorar, encontrar novidades, criar aventuras e descobrir o mundo que as rodeia. Elas estão aprendendo, são esponjas, brincalhonas natas, caçadoras de tesouros, terremotos em potencial.

Elas são livres, almas puras que tentam voar, não ficar de canto, amarradas ou com algemas. Não as façamos escravas da vida adulta, da pressa e da escassez de imaginação dos mais velhos.

Não as apressemos ao nosso mundo de desencanto, potencializemos a sua capacidade de se surpreender. Precisamos garantir que tenham uma vida emocional, social e cognitiva rica de conteúdos, de perfumes de flores, de expressão sensorial, de alegrias e de conhecimentos.

O que se passa no cérebro de uma criança quando brinca?

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Depressão: como enfrentar o fracasso da Psiquiatria

Pesquisador inglês afirma: disciplina reduziu estigmas de “loucura”, mas passou a tratar angústias comuns ao ser humano com drogas. Seus efeitos são exagerados; os riscos desconhecidos – e surgiu geração de dependentes

MAIS:
Esta é uma versão condensada da entrevista de Nikolas Rose, publicada na revista Interface –Comunicação, Saúde, Educação.O texto completo pode ser lido aqui:

Nikolas Rose é professor de sociologia do Kings College de Londres e pesquisa as mudanças contemporâneas das “ciências da vida”: biomedicina, genômica, neurociências etc. É internacionalmente conhecido como um dos principais estudiosos da obra de Michel Foucault na atualidade. Essa entrevista é baseada em seu último livro, Nosso Futuro Psiquiátrico (Polity Press, 2018), que analisa os efeitos da psiquiatria sobre a sociedade.

Como a psiquiatria atua politicamente em nossa vida diária? Leer Más