A desidratação compromete o funcionamento de todo o organismo.

Ingerir líquidos precisa ser um hábito frequente, uma vez que nos desidratamos diariamente através da respiração, do suor, da urina e das fezes. Manter o corpo hidratado ajuda nas atividades das células, na digestão, no funcionamento dos rins, regulação da pressão arterial, na atividade cerebral e na aparência da pele.

A função da água no corpo é transportar e distribuir vitaminas, minerais, glicose, oxigênio e outros nutrientes para as células. Mas, se você não é muito do tipo que gosta bem beber água, existem alimentos, produtos e outras bebidas que ajudam você a se manter melhor hidratado.

A combinação ideal para manter o corpo hidratado é consumir líquidos ricos em eletrólitos e minerais que auxiliam a absorção dos nutrientes pelas células, como cálcio, magnésio, potássio, sódio, manganês, cromo, fósforo e cloro.

Link Original: #essentialnutrition#desidratacao#agua


Frequent cannabis use by young people linked to decline in IQ


A study has found that adolescents who frequently use cannabis may experience a decline in Intelligence Quotient (IQ) over time. The findings of the research provide further insight into the harmful neurological and cognitive effects of frequent cannabis use on young people.

The paper, led by researchers at RCSI University of Medicine and Health Sciences, is published in Psychological Medicine.

The results revealed that there were declines of approximately 2 IQ points over time in those who use cannabis frequently compared to those who didn’t use cannabis. Further analysis suggested that this decline in IQ points was primarily related to reduction in verbal IQ.

The research involved systematic review and statistical analysis on seven longitudinal studies involving 808 young people who used cannabis at least weekly for a minimum of 6 months and 5308 young people who did not use cannabis. In order to be included in the analysis each study had to have a baseline IQ score prior to starting cannabis use and another IQ score at follow-up. The young people were followed up until age 18 on average although one study followed the young people until age 38.

“Previous research tells us that young people who use cannabis frequently have worse outcomes in life than their peers and are at increased risk for serious mental illnesses like schizophrenia. Loss of IQ points early in life could have significant effects on performance in school and college and later employment prospects,” commented senior author on the paper Professor Mary Cannon, Professor of Psychiatric Epidemiology and Youth Mental Health, RCSI.

“Cannabis use during youth is of great concern as the developing brain may be particularly susceptible to harm during this period. The findings of this study help us to further understand this important public health issue,” said Dr Emmet Power, Clinical Research Fellow at RCSI and first author on the study.

The study was carried out by researchers from the Department of Psychiatry, RCSI and Beaumont Hospital, Dublin (Prof Mary Cannon, Dr Emmet Power, Sophie Sabherwal, Dr Colm Healy, Dr Aisling O’Neill and Professor David Cotter).

The research was funded by a YouLead Collaborative Doctoral Award from the Health Research Board (Ireland) and a European Research Council Consolidator Award.

Link Original: https://www.sciencedaily.com/releases/2021/01/210128134755.htm?fbclid=IwAR1Qrhejc9x-9uGRofHtmX8YX4E6qukoS7LIVMK8iwYvcaitU_RVCH4G_xo



Pesquisadora de Harvard dá 7 dicas para criar filhos resilientes

Como criar crianças com um cérebro flexível e, portanto, resiliente? Em um artigo publicado para o site da emissora norte-americana CNBC, a pesquisadora Lisa Feldman Barrett reuniu 7 dicas que podem (e devem) ser adotadas pelos pais no dia a dia dos pequenos.

Segundo especialista, a habilidade está relacionada à capacidade de enfrentar uma situação adversa e se desenvolver a partir dela. Mais do que se adaptar, é conseguir superá-la, encontrando uma nova maneira de viver.

Veja abaixo as sugestões da especialista (Lisa é diretora científica do Center for Law, Brain & Behavior, da Universidade de Harvard, e professora de psicologia da Universidade Northeastern, nos Estados Unidos)

1 – Seja um jardineiro, não um carpinteiro

A ideia aqui não é moldar o cérebro da criança ao gosto do adulto, mas criar um ambiente fértil para que ele possa florescer por conta própria, criando um ambiente saudável para o crescimento dos pequenos em qualquer que seja a direção escolhida.

“Você pode querer que seu filho toque violino no Symphony Hall algum dia, mas forçá-lo a ter aulas (a abordagem do carpinteiro) pode criar um virtuose, ou uma criança que vê a música como uma tarefa desagradável. A abordagem do jardineiro seria espalhar uma variedade de oportunidades musicais pela casa e ver quais delas despertam o interesse de seu filho”, diz Lisa.

Depois de entender as aptidões naturais do seu filho, a especialista sugere que os pais “ajustem o solo” para que ele crie raízes e floresça.

2 – Converse e leia para seu filho

Por mais novo que seja o seu filho, e ainda que ele não compreenda o significado das palavras, pesquisas apontam que essa prática cria uma base neural favorável para o aprendizado posterior. Isso também tende a melhorar o vocabulário das crianças e sua compreensão de leitura.

A pesquisadora também defende a importância de ensinar as crianças os nomes das emoções, e o que as provoca. “Fale sobre o que causa emoções e como elas podem afetar alguém: ‘Está vendo aquele menino chorando? Ele está sentindo dor por ter caído e arranhado o joelho. Ele está triste e provavelmente quer um abraço dos pais’. Pense em você como um guia turístico de seus filhos através do misterioso mundo dos humanos e seus movimentos e sons.”

3 – Explique as coisas

Mesmo que pareça cansativo às vezes, responder às perguntas das crianças e explicar o mundo para elas torna as vivências mais previsíveis o que, segundo Lisa, é benéfico. “Os cérebros funcionam com mais eficiência quando prevêem bem.”

Outra dica importante é evitar justificar suas decisões com “porque eu disse e pronto”. “As crianças que entendem as razões para se comportar de uma determinada maneira podem regular mais eficazmente suas ações. Esse raciocínio os ajuda a compreender as consequências de suas ações e estimula a empatia”, defende.

4 – Descreva os comportamentos, não as pessoas

“Quando seu filho bater na cabeça de sua filha, não o chame de ‘menino mau’. Seja específico: ‘Pare de bater na sua irmã. Isso a machuca e a deixa irritada'”, sugere Lisa.

E a mesma regra vale para elogios. “Não chame sua filha de ‘uma boa menina’. Em vez disso, comente sobre as ações dela: ‘Você fez uma boa escolha em não bater em seu irmão de volta.’ Esse tipo de formulação ajudará seu cérebro a construir conceitos mais úteis sobre suas ações e ela mesma.”

5 – Ajude seu filho a imitar você

A melhor forma que uma criança tem para aprender é brincando, observando e imitanndo seus pais. Então, inclua seu filho nas atividades do dia a dia da casa, proporcionando a chance de uma imitação divertida. “Entregue a eles uma vassoura em miniatura, uma pá de jardim ou um cortador de grama de brinquedo e deixe a imitação começar”, diz.

6 – Exponha seus filhos ao máximo de pessoas possível

Além daqueles que já fazem parte do convívio rotineiro das crianças (pais, avós, tios e amigos próximos), é importante que os pequenos convivam com o máximo de pessoas possível, para entender a diversidade da sociedade em que vivemos.

“De acordo com pesquisas, bebês que interagem regularmente com falantes de diferentes línguas podem reter conexões cerebrais que os ajudem a aprender outras línguas no futuro. Da mesma forma, bebês que veem muitos rostos diversos podem se conectar para melhor distinguir e lembrar uma variedade maior de rostos mais tarde na vida. Este pode ser o passo antirracismo mais simples que você pode dar como pai”, defende Lisa.

7 – Apoie as experiências do seu filho

“Quando seu filho de dois anos joga o cereal no chão e espera que você pegue, ele não está ‘manipulando’ você. Mais provavelmente, ele está aprendendo algo sobre a física da gravidade. Ele também está aprendendo que suas ações afetam o mundo ao seu redor. Então pegue os cereais e deixe-o tentar novamente”, diz a especialista.

No entanto, na prática, saber a hora de intervir e de não intervir é um desafio. “Se você está sempre presente, orientando seu filho e cuidando de todas as suas necessidades, ele não aprenderá a fazer as coisas sozinho. Às vezes, deixá-lo lutar cria resiliência e o ajuda a compreender as consequências de suas ações.”

Link Original: https://revistacrescer.globo.com/Educacao-Comportamento/noticia/2020/12/pesquisadora-de-harvard-da-7-dicas-para-criar-filhos-resilientes.html?fbclid=IwAR3N0g_A4hNcOT-97tdUSDWFGv1OnCaeJeYokUHldfQ09fljS-0qM0lOZL0


‘Geração digital’: por que, pela 1ª vez, filhos têm QI inferior ao dos pais

A Fábrica de Cretinos Digitais. Este é o título do último livro do neurocientista francês Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde da França, em que apresenta, com dados concretos e de forma conclusiva, como os dispositivos digitais estão afetando seriamente — e para o mal — o desenvolvimento neural de crianças e jovens.

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Common class of drugs linked to increased risk of Alzheimer’s disease

A team of scientists, led by researchers at University of California San Diego School of Medicine, report that a class of drugs used for a broad array of conditions, from allergies and colds to hypertension and urinary incontinence, may be associated with an increased risk of cognitive decline, particularly in older adults at greater risk for Alzheimer’s disease (AD).

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95% of U.S. baby foods contain toxic metals. Here’s what parents should know.

“On the spectrum from worry to action, parents can choose to act,” a new report states.

  • A new investigation tested 168 baby food products for arsenic, lead, cadmium and mercury, all of which are toxic metals that can damage brain development in infants.
  • Nearly all of the foods tested contained at least one of the metals, and 1 in 4 contained all four metals.
  • The authors of the report recommended five steps for finding alternative baby foods with less toxins.

Almost all of the baby food products tested in a new investigation contained traces of toxic heavy metals that can damage brain development in infants.

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