Quantum Leaps: Read the Winning Entry in a Physics-Inspired Fiction Contest

The Quantum Shorts competition invited stories incorporating the laws of quantum mechanics

The mind-bending possibilities of quantum physics lend themselves to philosophy -to wondering about the theory’s implications for the meaning of life, the idea of free will, the fate of us all. A talented pool of writers have capitalized on those implications to produce an impressive array of entries in this year’s Quantum Shorts contest, which invites short fiction based on the ideas of quantum mechanics. Scientific American and Nature partnered with the Center for Quantum Technologies in Singapore, which organizes the annual competition.

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A Burra Unanimidade Do Senso Comum

Desde os primórdios da humanidade, certas características de um pensamento coletivo e uniforme são elevadas a categorias de uma falácia tornada verdade, concretização de uma generalização perversa para encaixar grupos, pessoas, seres e ideias como algo ruim, decrépito e nocivo à sociedade. Estou falando do já consagrado senso comum, tão em evidencia nos últimos tempos, graças ao seu predomínio nos meios de comunicação. O senso comum é fato consumado para legitimar argumentos retóricos, geralmente inconsistentes, permeados por concepções generalistas  dos fatos relatados.

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SOME UNUSUAL ASPECTS OF COMMUNICATION

 

 

 

 

 

 

 

by Edward Campbell

A substantial extract from a fascinating account of communicating with animals that was originally an Institute for Cultural Research Lecture in 1970. The complete monograph is available for download at http://i-c-r.org.uk/publications/monographarchive.php

… A European animal trainer, a very remarkable little man called Hans Brick, was fascinated by legends of lions trained to retrieve game in the chase. He trained his own lion Habibi to shoot a dart from a spring gun, then to seek it out, retrieve it and bring it back and drop it at his feet. I have watched this perhaps fifty times.

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Castigo para pensar nem pensar!

Pense bem antes de mandar seu filho pensar sobre um erro que ele cometeu. Você acha mesmo que ele está preparado para isso?

Castigo: pena ou puniçao que se inflige a pessoa ou animal.

Pensar: submeter ao processo de raciocínio lógico; ter atividade psíquica consciente e organizada; exercer a capacidade de julgamento, deduçao ou concepçao; refletir sobre, ponderar, pesar.

Então, vamos pensar juntas. Você vê alguma relação possível entre o substantivo o verbo descritos acima pelo dicionário? Enquanto o castigo representa um ato de repreesão, portanto, algo que não é bem-vindo (afinal, ninguém quer ficar de castigo), o pensar indica uma atitude enriquecedora, profunda, madura e reveladora. Não é assim? Mais aí vêm as supernannies (as superbabás que acham que detêm as chaves secretas da educação com seus manuais e decretam “quando seu filho fizer algo errado, coloque-o no cantinho do castigo para pensar.” Ok, pensemos nós que somos adultas:

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Entrevista con James Burke – Idries Shah Foundation

¿Hasta qué punto será el futuro ‘futurista’ y en qué medida empezará a parecerse cada vez más al pasado?

‘Futurista’ es una palabra firmemente enraizada en su contexto contemporáneo. Por lo tanto, las perspectivas del futuro descritas por Julio Verne, H G Wells o en el mundo de Buck Rogers eran todas muy diferentes. Supongo que dentro de cincuenta años el futuro será (como es el presente) un entorno reconocible que contiene detalles que no entendemos. Como hubiera sido el caso de las personas hace cincuenta años con respecto a nuestro mundo moderno: personas vestidas y siguiendo rutinas diarias como antes, pero (con teléfonos inteligentes) hablando con pequeñas cajas, o aparentemente rodando películas de sus amigos con las mismas cajas pequeñas. O a veces hablando solo. Durante los próximos cincuenta años no puedo ver ningún retorno al pasado.

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Nossa Dívida com Idries Shah

 

 

 

 

 

(1897-1986), que viveu por trinta e seis anos no Oriente Médio, foi o fundador da Legião Árabe e o autor de numerosas e bem conhecidas histórias da região. Ele ficou gravemente ferido na Primeira Guerra Mundial e passou a servir no Iraque e na Jordânia com tropas treinadas pelo deserto que acabariam por formar o exército jordano. Um soldado com interesse em religião e psicologia, ele era conhecido como um homem modesto que nunca perdeu a paciência com subordinados.

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