An Elephant in the Dark

Introduction

The original review of Idries Shah’s The Sufis, written by Nobel Prize winning author Doris Lessing¹.

By Doris Lessing

Citizens of a certain town, mad with curiosity, sneaked a preview of a beast strange to them, an elephant. For safety’s sake it was kept in the dark, and they had to rely on their sense of touch. One, finding its trunk, said it was a hosepipe. Another, that it was a fan: he had touched its ear. A third said it was a kind of pillar, while a fourth reported it must be a living throne. Each was sure he was right; yet none had formed a complete picture; and of the part he had felt, could only talk in terms of things he knew.

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Houve um tempo em que fugia do medo
então o medo me controlava.
Até que aprendi a segurar o medo como um recém-nascido.
ouvi-lo, mas não ceder.
Honra-lo, mas não o adorar.
O medo não podia mais me impedir.
Eu entrei com coragem na tempestade.
Ainda tenho medo
mas ele não me tem.

Houve um tempo em que
eu tinha vergonha de quem eu era.
Eu convidei a vergonha para o meu coração.
Eu a deixei queimar.
Ela me disse: “Estou apenas tentando
proteger sua vulnerabilidade “.
Eu agradeci à vergonha,
e entrei na vida de qualquer maneira,
sem vergonha, com a vergonha como minha amante.

Houve um tempo em que tive muita tristeza
enterrada bem no fundo.
Eu a convidei para sair e brincar.
Eu chorei oceanos.
Os meus canais lacrimais estavam secos.
E eu encontrei a alegria ali mesmo.
Bem no centro da minha tristeza.
Foi o desgosto que me ensinou a amar.

Houve um tempo em que tinha ansiedade.
Uma mente que não parava.
Pensamentos que não silenciavam.
Então parei de tentar silenciá-los.
E eu larguei da mente
fui para a terra,
para a lama.
Onde fui abraçado fortemente
como uma árvore, inabalável, segura.

Houve um tempo em que a raiva queimou nas profundezas.
Eu chamei a raiva para a luz de mim mesmo.
Eu senti seu poder chocante.
Eu deixei meu coração bater e meu sangue ferver.
Escutei, finalmente.
E ela gritou: “Respeite-se ferozmente agora!”.
“Fale a sua verdade com paixão!”
“Diga não quando você quer dizer não!”
“Ande o seu caminho com coragem!”
“Que ninguém fale por você!”
A raiva se tornou uma amiga sincera.
Um guia sincero
Uma linda criança selvagem.

Houve um tempo em que a solidão cortou profundamente.
Eu tentei me distrair e me entorpecer.
Corri para pessoas, lugares e coisas.
Até fingi que estava “feliz”.
Mas logo eu não pude correr mais.
E eu caí no coração da solidão.
E eu morri e renasci
em uma requintada solitude e quietude.
Isso me conectou a todas as coisas.
Então eu não estava em solidão, mas sozinho com toda a vida.
Meu coração Um com todos os outros corações.

Houve um tempo em que fugia de sentimentos difíceis.
Agora, eles são meus conselheiros, confidentes, amigos,
e todos eles têm um lar em mim
e todos eles pertencem e têm dignidade.
Eu sou sensível, suave, frágil
meus braços envolveram todos os meus filhos internos.
E na minha sensibilidade, poder.
Na minha fragilidade, uma presença inabalável.

Nas profundezas das minhas feridas
no que eu tinha chamado de “escuridão”,
Eu encontrei uma luz ardente
Isso me guia agora em batalha.

Eu me tornei um guerreiro
quando me virei para mim mesmo.

E comecei a ouvir.

~Jeff Foster

COMO ME TORNEI UM GUERREIRO


Evaluating Spiritual and Utopian Groups

 

 

 

 

By Arthur J. Deikman, M.D.

The Author

Dr Deikman graduated from Harvard and Harvard Medical School and became Clinical Professor of Psychiatry at the University of California, San Francisco. He made a particular study of the relationship between the mystical tradition and modern psychotherapy. His publications include Personal Freedom (1976); The Observing Self: Mysticism and Psychotherapy (1982); The Wrong Way Home – Uncovering the Patterns of Cult Behavior in American Society (1986); and Them and Us – Cult Thinking and the Terrorist Threat (2003). He died in 2013.

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Un maestro de oriente vio cuando un escorpión se estaba ahogando y decidió sacarlo del agua, pero cuando lo hizo, el escorpión lo picó. Por la reacción de dolor, el maestro lo soltó y el animal cayó de nuevo en el agua y Se estaba ahogando de nuevo. El Maestro trató de sacarlo de nuevo y de nuevo el animal lo picó. Alguien que estaba observando se acercó al maestro y le dijo:

– lo siento, pero eres terco! No entiendes que cada vez que intentas sacarlo del agua lo se?
El maestro respondió:
– la naturaleza del escorpión es picar, y esto no va a cambiar la mía, que es ayudar.
Así que con la ayuda de una hoja el maestro sacó el escorpión del agua y salvó su vida.

No cambies tu naturaleza si alguien te hace daño; sólo toma precauciones. Algunos persiguen la felicidad, otros la crían. Se preocupa más por su conciencia que por su reputación. Porque tu conciencia es lo que eres, y tu reputación es lo que otros piensan de ti. Y lo que los demás piensan, no es problema nuestro… es su problema.

El Escorpión “vale mucho leer”


Q&A with Nick Danziger

The Author

Nick Danziger is a photographer, film maker and author. His photographs have appeared in newspapers and magazines worldwide, toured museums and galleries internationally, and are held in numerous museum collections. His publications include Danziger’s Travels: Beyond Forbidden Frontiers, Danziger’s Adventures: From Miami to Kabul, and Danziger’s Britain: A Journey to the Edge. In 2007 he was awarded an Honorary Fellowship of The Royal Photographic Society. His latest book project, entitled Another Life, is being written in conjunction with Rory Maclean and will be published by Unbound.

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