Infinity Is a Beautiful Concept – And It’s Ruining Physics

I was seduced by infinity at an early age. Georg Cantor’s diagonality proof that some infinities are bigger than others mesmerized me, and his infinite hierarchy of infinities blew my mind. The assumption that something truly infinite exists in nature underlies every physics course I’ve ever taught at MIT—and, indeed, all of modern physics. But it’s an untested assumption, which begs the question: Is it actually true?

A Crisis in Physics

There are in fact two separate assumptions: “infinitely big” and “infinitely small.” By infinitely big, I mean that space can have infinite volume, that time can continue forever, and that there can be infinitely many physical objects. By infinitely small, I mean the continuum—the idea that even a liter of space contains an infinite number of points, that space can be stretched out indefinitely without anything bad happening, and that there are quantities in nature that can vary continuously.

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Intellectual humility: the importance of knowing you might be wrong

Why it’s so hard to see our own ignorance, and what to do about it.

Julia Rohrer wants to create a radical new culture for social scientists. A personality psychologist at the Max Planck Institute for Human Development, Rohrer is trying to get her peers to publicly, willingly admit it when they are wrong.

To do this, she, along with some colleagues, started up something called the Loss of Confidence Project. It’s designed to be an academic safe space for researchers to declare for all to see that they no longer believe in the accuracy of one of their previous findings. The effort recently yielded a paper that includes six admissions of no confidence. And it’s accepting submissions until January 31.

“I do think it’s a cultural issue that people are not willing to admit mistakes,” Rohrer says. “Our broader goal is to gently nudge the whole scientific system and psychology toward a different culture,” where it’s okay, normalized, and expected for researchers to admit past mistakes and not get penalized for it.

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Functional role of frontal alpha oscillations in creativity

Abstract

Creativity, the ability to produce innovative ideas, is a key higher-order cognitive function that is poorly understood.

At the level of macroscopic cortical network dynamics, recent electroencephalography (EEG) data suggests that cortical oscillations in the alpha frequency band (8-12 Hz) are correlated with creative thinking.

However, whether alpha oscillations play a functional role in creativity has remained unknown.

Here we show that creativity is increased by enhancing alpha power using 10 Hz transcranial alternating current stimulation (10 Hz-tACS) of the frontal cortex.

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DEUS – SEGUNDO BARUCH SPINOZA

Einstein, quando perguntado se acreditava em Deus, respondeu: -“Acredito no Deus de Spinoza, que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, e não no Deus que se interessa pela sorte e pelas ações dos homens”.

“Pára de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que eu fiz para ti.

Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí, é onde eu vivo e aí, expresso meu amor por ti.

Pára de me culpar por tua vida miserável: eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.

Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho…, não me encontrarás em nenhum livro!

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Alan Watts – Não vivemos em uma sociedade materialista, é muito pior: vivemos na sociedade das aparências

ascensão do consumismo nos fez pensar que vivemos em uma sociedade materialista. Quando nossa felicidade depende do que possuímos e do que somos capazes de comprar, é difícil não pensar que o materialismo tenha se apropriado de nossa cultura. No entanto, o filósofo Alan Watts pensou que a realidade é ainda pior: ele estava convencido de que nossa sociedade não é materialista, mas idolatra as aparências. E a diferença é substancial.

Na sociedade das aparências, a essência se perde

“Não é correto, muito menos, dizer que a civilização moderna é materialista, se entendermos como materialista a pessoa que ama a matéria. O cérebro moderno não ama matéria, mas as medidas, não os sólidos, mas as superfícies. Beba pela porcentagem de álcool e não pelo ‘corpo’ e pelo sabor do líquido. Construa para oferecer uma fachada impressionante, em vez de fornecer um espaço para viver ” , escreveu Watts.

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7 dicas para você se tornar um milionário em apenas 1 ano

Confira lições de empreendedores que conquistaram esse feito em 365 dias ou menos

Ganhar o primeiro milhão é um sonho de muita gente. O valor não é gigante, vale dizer. Não é o suficiente, por exemplo, para que alguém pare de trabalhar. No entanto, conquistar esse montante faz com que o detentor desse montante conquiste uma marca muito importante. Tornar-se um milionário é um degrau importante rumo a voos mais altos.

Alguns empreendedores, aliás, conquistaram seu primeiro milhão em um prazo relativamente curto: um ano. Uma reportagem publicada no site da revista “Inc.” compilou o depoimento de pessoas que atingiram essa meta em 365 dias. Ou até menos. No texto, elas listaram os fatores que foram cruciais para chegar a esse resultado:

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Let’s touch: why physical connection between human beings matters

Touch can be used as a tool for communicating empathy, even resulting in an analgesic, painkilling effect. To combat loneliness, let’s set up coffee dates instead of screen time.

We humans aren’t meant to live in isolation – loneliness has been proven to cause serious repercussions, leading to illness and a 50% increased risk of early death.

In her New York Times Modern Love essay, writer Michelle Fiordaliso makes the case for unexpected moments of intimacy between strangers. “Touch solidifies something – an introduction, a salutation, a feeling, empathy,” she writes.

It turns out that these moments of connection, while fleeting, have a lasting impact on our wellbeing. One study published earlier this year showed that touch can be used as a tool for communicating empathy, resulting in an analgesic, painkilling effect. This ability to synchronize with others is crucial for social development – a fact that has garnered the attention of psychologists and scientists in recent years.

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