Coronavirus: 100 cursos online gratuitos de Harvard para fazer durante a quarentena

A Universidade de Harvard liberou mais de 100 cursos online gratuitos e você pode fazer durante a quarentena do Coronavirus

A Universidade de Harvard é uma instituição privada de educação, pesquisa e disseminação do conhecimento, com sede na cidade de Cambridge, nos EUA. Seu nome é sinônimo de qualidade e respeito no meio acadêmico, sendo considerada uma das melhores universidades do mundo. Você irá dar um UP na sua carreira, mesmo com o Coronavirus.

E liberou mais de 100 cursos gratuitos em sua plataforma de ensino online. Se você quer impulsionar sua carreira e carimbar mais conhecimentos no currículo, aproveite esta oportunidade.

Com a pandemia do Coronavirus no Brasil, a metodologia de ensino a distância se torna a única forma segura de continuar estudando, além de contar com toda a flexibilidade em relação ao tempo diário de estudo.

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Infinity Is a Beautiful Concept – And It’s Ruining Physics

I was seduced by infinity at an early age. Georg Cantor’s diagonality proof that some infinities are bigger than others mesmerized me, and his infinite hierarchy of infinities blew my mind. The assumption that something truly infinite exists in nature underlies every physics course I’ve ever taught at MIT—and, indeed, all of modern physics. But it’s an untested assumption, which begs the question: Is it actually true?

A Crisis in Physics

There are in fact two separate assumptions: “infinitely big” and “infinitely small.” By infinitely big, I mean that space can have infinite volume, that time can continue forever, and that there can be infinitely many physical objects. By infinitely small, I mean the continuum—the idea that even a liter of space contains an infinite number of points, that space can be stretched out indefinitely without anything bad happening, and that there are quantities in nature that can vary continuously.

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Intellectual humility: the importance of knowing you might be wrong

Why it’s so hard to see our own ignorance, and what to do about it.

Julia Rohrer wants to create a radical new culture for social scientists. A personality psychologist at the Max Planck Institute for Human Development, Rohrer is trying to get her peers to publicly, willingly admit it when they are wrong.

To do this, she, along with some colleagues, started up something called the Loss of Confidence Project. It’s designed to be an academic safe space for researchers to declare for all to see that they no longer believe in the accuracy of one of their previous findings. The effort recently yielded a paper that includes six admissions of no confidence. And it’s accepting submissions until January 31.

“I do think it’s a cultural issue that people are not willing to admit mistakes,” Rohrer says. “Our broader goal is to gently nudge the whole scientific system and psychology toward a different culture,” where it’s okay, normalized, and expected for researchers to admit past mistakes and not get penalized for it.

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Functional role of frontal alpha oscillations in creativity

Abstract

Creativity, the ability to produce innovative ideas, is a key higher-order cognitive function that is poorly understood.

At the level of macroscopic cortical network dynamics, recent electroencephalography (EEG) data suggests that cortical oscillations in the alpha frequency band (8-12 Hz) are correlated with creative thinking.

However, whether alpha oscillations play a functional role in creativity has remained unknown.

Here we show that creativity is increased by enhancing alpha power using 10 Hz transcranial alternating current stimulation (10 Hz-tACS) of the frontal cortex.

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DEUS – SEGUNDO BARUCH SPINOZA

Einstein, quando perguntado se acreditava em Deus, respondeu: -“Acredito no Deus de Spinoza, que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, e não no Deus que se interessa pela sorte e pelas ações dos homens”.

“Pára de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que eu fiz para ti.

Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí, é onde eu vivo e aí, expresso meu amor por ti.

Pára de me culpar por tua vida miserável: eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.

Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho…, não me encontrarás em nenhum livro!

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