Extra-virgin olive oil prevents dementia by clearing brain of debris

Extra-virgin olive oil prevents dementia by prompting the brain to clear out harmful debris, reveal scientists as they hail ‘exciting’ breakthrough

  • Oil is a key ingredient of a Mediterranean diet, which has many health benefits
  • Study found olive oil prompts the brain to remove harmful clutter in the brain
  • Olive oil reduces the amount of amyloid-beta plaques and neurofibrillary tangles
  • These structures increase a person’s likelihood of getting Alzheimer’s disease

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What does DNA sound like? Using music to unlock the secrets of genetic code

 

I’ve been studying molecular biology for many years. I also have a keen interest in music, having played with Sydney pop band the Hummingbirds. Usually, there is little overlap between these two pursuits, but I recently became aware of people using DNA sequences to create music.

This is called sonification. The people doing this usually treat DNA sequences as random patterns to create nice-sounding music. But what if we used musical notes to find out something useful about DNA sequences, like where mutations occur?

So I put on my coding hat and devised a tool that converts a DNA sequence into an audio stream. The results were recently published in the journal BMC Bioinformatics.

 

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Playing with the fire of inflammation

Inflammation is like a fire in your body you cannot see or feel. “It’s a smoldering process that injures your tissues, joints, and blood vessels, and you often do not notice it until significant damage is done,” says Dr. Andrew Luster, of the Center for Immunology and Inflammatory Diseases at Harvard-affiliated Massachusetts General Hospital. The damage might show up as arthritis, heart disease, stroke, and even Alzheimer’s disease.

 

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Cientistas buscam explicação biológica para comportamento corrupto

Diz o antigo ditado que o poder corrompe, mas provavelmente o que acontece é que o poder exerce uma atração especial para as pessoas corruptíveis. Pelo menos é isso que indicam estudos recentes que unem neurociência e psicologia social, num novo campo conhecido como “hipótese dos marcadores somáticos” (SMH, na sigla em inglês), na busca por uma explicação biológica para os comportamentos imorais, tendo como ponto de partida pacientes com alguns tipos de lesões cerebrais e os chamados psicopatas.

Embora normalmente associados a criminosos sanguinários, os psicopatas também podem ser descritos como indivíduos com distúrbios mentais que os tornam incapazes de sentimentos como empatia e culpa, que ignoram as possíveis consequências de suas ações não só para si como para os outros e que não aprendem como seus erros, entre outras características e comportamentos que também podem ser observados em pessoas com lesões em uma região do cérebro conhecida como córtex pré-frontal ventromedial (VMPFC, na sigla em inglês).

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