Benefícios do Golden Milk, uma bebida milenar: o que é e como tomar

Receita da medicina ayurvedica, o golden milk mistura açafrão, cúrcuma e outras especiarias que oferecem benefícios ao corpo e à mente; aprenda a fazer

Com textura de leite na poderosa cor dourada, o golden milk tem ganhado cada vez mais popularidade. Sua origem é proveniente da medicina ayurvédica, que surgiu na Índia há mais de cinco mil anos. Ayurvédica significa “ciência da vida” e tem como filosofia o bem-estar integrado, que valoriza a harmonia entre o corpo, a mente e alma.

É dessa filosofia e com esse propósito que surgiu o golden milk, uma bebida de leite (de coco, vegetal ou animal) e especiarias, popular por sua ação funcional. Sua fama tem inspirado até novas receitas que utilizam esses ingredientes visando suas propriedades terapêuticas para trazer benefícios relacionados à saúde e longevidade. Isso porque o golden milk tem propriedades digestivas, anti-inflamatórias e antioxidantes, além de ajudar na imunidade e no controle da ansiedade.

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Enquanto o exercício de baixa intensidade aciona as redes cerebrais associadas ao controle cognitivo e ao processamento da atenção, o exercício de alta intensidade ativa primariamente as redes envolvidas no processamento emocional. É a conclusão de um estudo recente publicado no periódico Brain Plasticity.

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“A atenção é um músculo mental, é preciso exercitá-lo”

Foi há mais de 20 anos que Daniel Goleman lançou um livro dedicado a um conceito revolucionário: a inteligência emocional. Atualmente corre o mundo para falar de educação, liderança e meditação – planetas que giram à volta das emoções.

Quando era mais novo, queria ser médico. Mas depois de um desamor com a Bioquímica, descobriu a sua verdadeira paixão: a Psicologia. Hoje, Daniel Goleman, de 72 anos, é considerado o “pai da inteligência emocional”, por ter sido um dos pioneiros a afirmar que a forma como reconhecemos e gerimos as emoções é tão importante como o QI. Com um bestseller internacional sobre o tema e mais de uma década de jornalismo de ciências comportamentais no New York Times no currículo, Goleman dá palestras pelo mundo sobre a importância da inteligência emocional nos negócios e na educação. Paralelamente, há décadas que pratica e estuda a meditação, tema do livro, Traços Alterados.

Acredita que as escolas devem trabalhar a literacia emocional, além das disciplinas de ensino regular. É possível que esta aprendizagem coexista com o sistema de avaliação atual, que põe a média acima de tudo?
As escolas de topo da América, que melhor preparam os alunos para a faculdade, compreendem a importância desta aprendizagem além da excelência académica. O que elas tentam fazer é dar uma educação completa. Querem que a criança se desenvolva emocional e socialmente, não querem que ela seja apenas boa a Matemática. Porque se és bom a matemática, mas não és boa pessoa, vais ser um desastre para qualquer empresa. E ninguém vai querer casar contigo. [Risos]

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A especialidade da pessoa infeliz é apontar os defeitos do outro

A especialidade da pessoa infeliz é relatar o que existe de errado no outro, essa é uma forma de mostrar e tentar amenizar a frustração de ainda não ter conseguido revelar o melhor de si.

Devemos ter a necessidade diária de recrutar forças para selar o nosso compromisso com a bondade. Porque é muito fácil se desviar e se perder em uma vida infeliz nos dias de hoje.

Por não ter conseguido se reconciliar com as culpas que carrega, a pessoa infeliz ocupa em maldizer os outros. Mas não devemos culpabilizar o outro, devemos diariamente zelar, para que não nos transformemos em uma pessoa infeliz, e é bem por isso que temos que buscar nos conectar diariamente com a bondade que nos manterá felizes.

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