Uma criança saudável é espontânea, barulhenta, inquieta, emotiva e colorida

Elas são livres, almas puras que tentam voar, não ficar de canto, amarradas ou com algemas.

Uma criança não nasce para estar sentada, vendo televisão ou brincando com o tablet. Uma criança não quer estar calada o tempo todo.

Elas precisam se mexer, explorar, encontrar novidades, criar aventuras e descobrir o mundo que as rodeia. Elas estão aprendendo, são esponjas, brincalhonas natas, caçadoras de tesouros, terremotos em potencial.

Elas são livres, almas puras que tentam voar, não ficar de canto, amarradas ou com algemas. Não as façamos escravas da vida adulta, da pressa e da escassez de imaginação dos mais velhos.

Não as apressemos ao nosso mundo de desencanto, potencializemos a sua capacidade de se surpreender. Precisamos garantir que tenham uma vida emocional, social e cognitiva rica de conteúdos, de perfumes de flores, de expressão sensorial, de alegrias e de conhecimentos.

O que se passa no cérebro de uma criança quando brinca?

Leer Más



Meditation in schools can markedly improve the lives of students

At first glance, Quiet Time – a stress reduction strategy used in several San Francisco middle and high schools, as well as in scattered schools around the Bay Area – looks like something out of the om-chanting 1960s. Twice daily, a gong sounds in the classroom and rowdy adolescents, who normally can’t sit still for 10 seconds, shut their eyes and try to clear their minds. I’ve spent lots of time in urban schools and have never seen anything like it.

This practice – meditation rebranded – deserves serious attention from parents and policymakers. An impressive array of studies shows that integrating meditation into a school’s daily routine can markedly improve the lives of students. If San Francisco schools Superintendent Richard Carranza has his way, Quiet Time could well spread citywide.

Leer Más


Depressão: como enfrentar o fracasso da Psiquiatria

Pesquisador inglês afirma: disciplina reduziu estigmas de “loucura”, mas passou a tratar angústias comuns ao ser humano com drogas. Seus efeitos são exagerados; os riscos desconhecidos – e surgiu geração de dependentes

MAIS:
Esta é uma versão condensada da entrevista de Nikolas Rose, publicada na revista Interface –Comunicação, Saúde, Educação.O texto completo pode ser lido aqui:

Nikolas Rose é professor de sociologia do Kings College de Londres e pesquisa as mudanças contemporâneas das “ciências da vida”: biomedicina, genômica, neurociências etc. É internacionalmente conhecido como um dos principais estudiosos da obra de Michel Foucault na atualidade. Essa entrevista é baseada em seu último livro, Nosso Futuro Psiquiátrico (Polity Press, 2018), que analisa os efeitos da psiquiatria sobre a sociedade.

Como a psiquiatria atua politicamente em nossa vida diária? Leer Más



Sugar alters brain chemistry after only 12 days

New research in pigs finds that sugar intake alters the reward-processing circuitry of the brain in a similar way to addictive drugs.

Whenever we learn something new or experience something pleasurable, our brain’s reward system becomes activated. With the help of natural brain chemicals, several brain areas communicate with each other to help us learn and repeat behaviors that improve our knowledge and well-being.

Relying heavily on the neurotransmitter dopamine, the reward system helps explain several quintessential human experiences, such as falling in love, sexual pleasure, and enjoying time with friends.

Leer Más





Mientras el ejercicio de baja intensidad acciona las redes cerebrales

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mientras el ejercicio de baja intensidad acciona las redes cerebrales asociadas al control cognitivo y al procesamiento de la atención, el ejercicio de alta intensidad activa principalmente las redes involucradas en el procesamiento emocional. Es la conclusión de un estudio reciente publicado en el periódico Brain Plasticity. Este puede ser el primer paso para una recomendación más precisa del ejercicio físico como factor de intervención sobre las funciones cerebrales.

Link Original: Referencia: Schmitt, A., Upadhyay, N., Martin, J. A., Rojas, S., Strüder, H. K., y Boecker, H. (2019). Modulación de diferentes redes cerebrales de descanso intrínsecos por el ejercicio agudo de diferentes intensidad. Plasticidad cerebral, 1-17. doi:10.3233/bpl-190081 (imagen adaptada de Crystal Eye Studio / Shutterstock)