Meet Abu Zayd al-Balkhi Who Introduced the Concept of Mental Health In Psychology During The 9th Century

Abu Zayd al-Balkhi was a 9th century Muslim polymath, whose writings touched on subjects as varied as geography, medicine, philosophy, theology, politics, poetry, ethics, sociology, grammar, literature and astronomy. Born in 849 CE (235 AH) in the Persian village of Shamisitiyan, within the Balkh (from which he gets his name) province, now a part of modern day Afghanistan, he went on to write more than 60 books and manuscripts. Unfortunately, most of the documents authored by him have been lost over the years, with only a minority of his work reaching us in the modern era. Of the few aspects of his legacy that have reached us, namely his development of the “Balkhi School” of terrestrial mapping, and his work on the Sustenance of the Soul, both show the intellectual prowess of the scholar. Al-Balkhi received his early education from his father and as he grew older, he began studying the scientific and artistic branches of knowledge of the time. In terms of his temperament, he is described as being shy and contemplative.

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Em vez de reduzir danos, maconha pode piorar vício em cocaína e crack, diz estudo brasileiro

 

Pessoas com dependência em cocaína e crack por vezes associam fumar maconha a uma forma de atenuar a “fissura”, ou ansiedade, por aquelas drogas. Essa associação já foi inclusive endossada no passado por pesquisas científicas e profissionais de saúde como estratégia de redução de danos.

Mas não é o que indicam agora pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) em um artigo publicado em dezembro no periódico internacional Drug and Alcohol Dependence.

Acompanhando o histórico de 123 pessoas em etapas de um, três e seis meses — 63 dependentes de cocaína e usuários recreativos de maconha; 24 dependentes de cocaína, apenas; e 36 voluntários saudáveis, sem histórico de uso de drogas, compondo um grupo controle —, os autores afirmam praticamente “descartar” o uso da maconha fumada como estratégia de tratamento para dependentes de cocaína.

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Cientistas descobrem música de flauta que ajuda a construir o cérebro de bebês prematuros

Um novo estudo da Suíça mostra que a música pode fazer muito mais do que acalmar os sentidos – na verdade, a pesquisa diz que a música especialmente orquestrada pode ajudar a impulsionar o neurodesenvolvimento de bebês nascidos prematuramente.

Na Suíça, como na maioria dos países industrializados, quase 1% das crianças nascem “muito prematuramente”, ou seja, antes da 32ª semana de gestação, o que representa cerca de 800 crianças por ano.

Embora os avanços na medicina neonatal agora lhes proporcionem uma boa chance de sobrevivência, essas crianças ainda correm alto risco de desenvolver distúrbios neuropsicológicos.

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‘It’s a superpower’: how walking makes us healthier, happier and brainier

Neuroscientist Shane O’Mara believes that plenty of regular walking unlocks the cognitive powers of the brain like nothing else. He explains why you should exchange your gym kit for a pair of comfy shoes and get strolling.

Taking a stroll with Shane O’Mara is a risky endeavour. The neuroscientist is so passionate about walking, and our collective right to go for walks, that he is determined not to let the slightest unfortunate aspect of urban design break his stride. So much so, that he has a habit of darting across busy roads as the lights change. “One of life’s great horrors as you’re walking is waiting for permission to cross the street,” he tells me, when we are forced to stop for traffic – a rude interruption when, as he says, “the experience of synchrony when walking together is one of life’s great pleasures”. He knows this not only through personal experience, but from cold, hard data – walking makes us healthier, happier and brainier.

We are wandering the streets of Dublin discussing O’Mara’s new book, In Praise of Walking, a backstage tour of what happens in our brains while we perambulate. Our jaunt begins at the grand old gates of his workplace, Trinity College, and takes in the Irish famine memorial at St Stephen’s Green, the Georgian mile, the birthplace of Francis Bacon, the site of Facebook’s new European mega-HQ and the salubrious seaside dwellings of Sandymount.

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Neuroimaging and AI: new hope for depression treatment

Did you know that up to two-thirds of people who suffer from depression don’t find relief from the first antidepressant they try? And even after four courses of antidepressants, one-third of people with depressive symptoms still don’t get better? Neuroimaging and AI may be able to change that, according to a pair of recent studies in the American Journal of Psychiatry and Nature Human Behavior.

The new research from scientists at UT Southwestern shows that brain imaging can identify activity patterns in the brain that indicate if a person is likely to respond to a certain medication. The two studies are part of a national trial called EMBARC that is working to establish better ways to treat depression based on objective, biological evidence. They are hoping it will lead to less trial and error and more targeted, effective treatment.

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Maconha na adolescência aumenta risco de depressão e suicídio

Segundo estudo, a probabilidade de desenvolver depressão aumenta em 37%, enquanto o risco de pensamentos suicidas eleva em 50%

Na área da medicina, sou categórico em afirmar que quanto mais dados científicos confiáveis, que possam embasar tratamentos ou políticas públicas, melhor. Isso deveria ser praxe e não uma novidade, mas em tempos de fake news e da divulgação de um grande volume de estudos questionáveis, esses dados assumem uma importância ainda maior.

No último dia 13 de fevereiro, a JAMA Psychiatry, uma das publicações científicas mais respeitadas do mundo, divulgou um artigo que traz uma conclusão alarmante: quem usa maconha na adolescência tem um risco maior de desenvolver depressão ou comportamento suicida na vida adulta. Confira o artigo completo clicando aqui.

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