Nada de confusão! Escolas bilíngues deixam as crianças mais espertas, sim

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A gente fica cheio de orgulho quando os nossos filhos aprendem algo novo, especialmente se for uma palavra em inglês. Yes! O mundo dos jogos, desenhos e filmes infantis está aí e não dá para a gente fechar os olhos. Essas atividades estão repletas de expressões gringas que facilitam esses momentos de “corujisse”. Se desejamos intensificar a inserção das crianças nesse mundo, uma escola bilíngue pode ser a decisão certa.

 

Alguns colégios oferecem diversos tipos de proposta. Por isso, é importante pesquisar muito bem antes de escolher. Paola Bonfanti, coordenadora da Play Pen Escola Cidade Jardim e mãe de Gaia e Camilla, acredita que a escola abre muitas possibilidades. “Além da fluência em inglês, esse tipo de ensino dá uma visão de mundo como um todo e mostra o lado social, político e cultural de outros países”, explica.

Fabiana Repucci, que matriculou os filhos Gabriella, Mateus e Artur na Play Pen quando eram pequenos, confirma essa teoria. Mesmo sendo argentina e falando espanhol em casa, a mãe garante que as crianças não ficavam confusas. Elas misturavam as palavras de forma natural. “Certo dia, estávamos viajando de carro e eles apontaram para uma fazenda e disseram ‘farm’. Eu demorei para entender, mas para eles foi uma brincadeira”, conta. Ela acredita também que as crianças não tinham dificuldade porque sempre assistiram a programas de TV em inglês.

Além do inglês

A Maple Bear aposta na formação multicultural. “Nossas atividades fora da aula, como a Book Fair, Feira do Livro, em que as crianças apresentam publicações próprias, as preparam para o mundo”, explica Miranda. A rede também estimula o aluno ao ambiente de pesquisas com a Science Fair (Feira de Ciências). “Com isso, as crianças não só aprendem outra língua, mas estudam diversos assuntos”, explica William Morgan, diretor acadêmico da Maple Bear no Brasil.

É inegável que essa forma de ensino apresenta benefícios para a criança. “O estudo precisa ocorrer de forma natural, com jogos e brincadeiras que façam parte do cotidiano da criança”, afirma Silvia Soler Bianchi, pedagoga da Universidade Anhanguera de São Paulo e mãe de Arthur e Giulia. O mais importante de tudo é saber e perceber se seu filho se adapta a esse ensino.

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